Flores que Nascem das Mãos: O Segundo Dia da Criação
No primeiro dia, o toque tímido no EVA revelou formas, cores e possibilidades. Tesouras deslizaram suaves, modelando pétalas que, ainda solitárias, ansiavam pelo instante em que se uniriam em beleza. O calor dos dedos, o sopro quente do ferro, tudo conspirava para dar vida ao que antes era apenas um pedaço de matéria inerte.
Agora, no segundo dia, a oficina floresce por completo. As pétalas se encontram, os caules ganham firmeza, e cada flor se ergue como se houvesse brotado do próprio coração de quem a criou. Mais do que um exercício manual, modelar flores em EVA é um gesto de poesia silenciosa, onde a paciência se entrelaça com a criatividade.
Cada dobra carrega intenção. Cada colagem une não apenas partes, mas sentimentos. Ao final, um jardim de cores vibrantes se espalha sobre a mesa, testemunha do encanto que só o trabalho artesanal pode proporcionar. E quando as mãos descansam, o olhar se enche de orgulho do tempo e os gestos da arte, o que antes era apenas material agora é flor.